domingo, 26 de dezembro de 2010

As Boas Novidades da Música Brasileira

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010



Ao pesquisar fatos sobre Dalva de Oliveira, deparei com um interessante artigo publicado na Veja, sobre as boas novidades que surgem a cada dia no cenário musical brasileiro, e que não chegam ao conhecimento da grande maioria da população. O artigo é um pouco defasado, mas não perde sua atualidade. Um fato interessante: em 2006, mais de 100 discos de intérpretes femininos chegaram às lojas, contra apenas 36 de masculinos. Com a ascensão do "cantautor" (cantor e autor das músicas), houve redução de gravações do intérprete "puro" (bom exemplo é Emilio Santiago), ou seja, só cantor. Isto parece ser uma verdade, mas ficou restrito somente aos homens, pois as boas cantoras continuaram se proliferando com alta intensidade.
Um nome que fui checar, é o de Ana Paula Lopes. Dados sobre ela ainda são escassos, mas foi possível saber que nasceu em 1979, em São Bernardo do Campo, e que estudou canto e piano na Usina Brasil - Escola de Música e Arte, da qual agora é proprietária (junto com sua mãe), além de professora de canto, piano e educação musical para criaças. Apresentou-se em casa de shows de renome, como Bourbon Street, Havana, City Hall, e abriu espetáculos de "feras" como Leny Andrade, Mônica Salmaso, Paula Lima, Yamandú Costa e Paulo Moura. Lançou seu primeiro CD, "Meu", em 2005.
Em 2006, Nelsinho Motta a considerou a Artista Revelação do Ano.
Em 2008, lançou o CD "Mil Rosas" que inclui 12 músicas inéditas, tanto suas como de outros compositores.

Abaixo, Ana interpreta "A história de Lily Braun", um blues de Chico Buarque, cantado durante o show de lançamento do CD "Mil Rosas" no SESC Santo André, em 2008.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Nova Escola

  

Para educadores que estão sempre buscando inovações.


sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Jazz Brasil


O resultado é um disco que surpreende pela originalidade dos arranjos, sonoridade “quente”, conduzido em todas as 12 faixas pelo violão ovation de Bob Cupini, ora tecendo belas harmonias e levadas diversas, ora dialogando com baixo, piano, bateria, um arrojado quarteto de saxs , cordas delicadas e sutis, e expondo os temas com sua maneira característica.
Bob Cupini, que também assina a produção e direção musical. Antes, ele lançou “Asas”, um CD marcado pela presença da bossa nova e do samba, bastante elogiado pela crítica e muito bem recebido nos shows de lançamento no circuito paulistano. Assim como “Asas”, que teve sua primeira tiragem
rapidamente esgotada, “Caminhos” também é uma produção independente. Nasceu do desejo do compositor de resgatar um pouco da obra de grandes mestres brasileiros.

De Ataulpho Alves e M
ário Lago, mostra o clássico “Ai que Saudades da Amélia”, samba antigo, em arranjo moderno de traços jazzísticos, e o piano de Nelson Ayres em perfeito diálogo com o ovation. Também de Ataulpho, gravou a emotiva “Meus Tempos de Criança”, num clima de “morro antigo”, como comenta o próprio Bob, trazendo saudades dos velhos tempos.
De Monsueto, relembra “Me Deixa em Paz”, em que se destaca o arranjo que valoriza a alta densidade emocional da música. E Bororó comparece com “Da Cor do Pecado”, que ganhou um “clima caliente”, e acento espanhol, como define Bob.

Já Adoniran Barbosa é homenageado com arranjo inovador de “Trem das Onze”, momento em que o ovation “conversa” com o violão de sete cordas de Swami Jr., tocado direto na gravação. “O que sempre busco e confirmei nesses ‘Caminhos’ é a certeza de que mais importante é a vibração, a empatia, o suingue”, afirma o arranjador. “Gosto de passar esses sentimentos para os músicos e para o público”.
Admirador de Tom Jobim, compositor que já havia gravado no primeiro CD, Bob apresenta mais uma vez sua leitura original de obras do maestro, em dose dupla, com “Felicidade” e “Caminhos Cruzados”. Para ele, “Jobim sempre foi o norte”. Tanto assim, que em algumas de suas composições são claras as referências ao maestro.

De sua própria lavra, Bob Cupini gravou a bela composição “Azul Turquesa”, com referências eruditas e “jobinianas”, em movimentos iniciais de oboé e clarinete que conduzem à contemplação de um horizonte azul, evocado pela música. Também de sua autoria, a valsa “Bate-papo”, que se transforma em samba-jazz, seguindo a proposta, como ele faz questão de frisar, de uma “conversa entre músicos para deleite dos ouvintes”. A música nasceu pronta, rapidamente, como lembra Bob.
Outro mestre que abrilhanta o repertório do álbum é João Donato, de quem Bob gravou “Amazonas”, transformada em uma elegante salsa, executada com todo o balanço que o ritmo evoca.
Completando o repertório, dois standards “estrangeiros” – “Sunny” e “Estate”. A primeira faz parte do repertório dos shows e sempre sacode a platéia e a segunda, Bob considera “um primor de melodia”, além de reportar as suas origens italianas.

A bela capa, ilustrada por Neco Stickel, que também assinou a do anterior “Asas”, mostra a suavidade dos “Caminhos”, trilhas percorridas ao longo de uma trajetória musical, marcada pela alegria de compartilhar acordes, harmonias e canções dedilhadas no inseparável ovation, instrumento que o
acompanha desde 86, em performances cheias de energia e calor, sempre em busca da “simplicidade misturada com a ousadia”. Não à toa, o encarte traz uma foto antiga, dos anos 60, de Bob Cupini e Nelson Ayres no começo da carreira.
A liberdade que ele valoriza em sua música pode ser apreciada de forma ampla no novo CD “Caminhos” que chega depois de oito anos da produção do belo vôo de “Asas”.


 Fonte: http://www.ejazz.com.br/destaque/bob_cupini.asp

sexta-feira, 22 de outubro de 2010


Weekend com Anselmo Oliveira
sábado, 23 de janeiro de 2010




João Monlevade - O enlace de Fernanda Drummond Melo & Marcos Antônio Lage abre o carnê social de 2010

Nestas quase duas décadas de colunismo social, como assistentes freqüentes de sensacionais cerimônias de casamento, unindo tradicionais famílias de nossa sociedade, temos que confessar - sem exageros - que o enlace de Fernanda Drummond Melo com Marcos Antônio Fonseca Lage, se constituiu no acontecimento do gênero que mais me surpreendeu. 
Recepção
A segunda parte do prestigiado acontecimento, constou de uma fina recepção no salão nobre do Real Esporte Clube, para cerca de 500 convidados, sob a responsabilidade da Singrar Cerimonial, que foi impecável.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

O Casamento Religioso com efeito civil.

Um tipo de casamento muito procurado hoje em dia é o Casamento Religioso com Efeito Civil, por isso segue abaixo todos os detalhes que você precisa saber antes de se decidir.

O casamento religioso com efeito civil é aquele em que o próprio celebrante religioso realiza o civil e o religioso ao mesmo tempo.

Os noivos comparecem ao cartório perto da sua residência, juntamente com as 2 testemunhas, 30 a 60 dias antes da data pretendida para dar entrada nos papéis de casamento. Além dos documentos habituais (Certidões e R.G.), os noivos devem levar um Requerimento da Igreja que diz que o casamento será Religioso com Efeito Civil. Este requerimento deve ser retirado na Igreja antes dos noivos irem ao cartório para marcar o casamento, e deverá ser assinado por eles e pelo celebrante religioso ou Pároco da Igreja.

OBS: Antes de levar este documento no cartório para dar entrada nos papéis do casamento, é necessário reconhecer a assinatura do Celebrante religioso, neste requerimento da Igreja.

Após o prazo de 20 dias, o cartório que vocês deram entrada nos papéis, vai emitir um documento chamado Certidão de Habilitacão. Este documento deverá ser entregue na Igreja para que possa ser feito o Termo de Religioso com efeito civil, que é o documento que os noivos e os 2 padrinhos deverão assinar na hora da cerimônia.

Após a cerimônia , os noivos devem levar o Termo de Religioso com Efeito civil para ser reconhecida a firma do celebrante, para depois levar ao cartório que deram entrada no casamento e trocar pela certidão de casamento. Os noivos tem o prazo de 90 dias para fazer o registro do casamento, a contar da data da celebração, caso este registro não seja feito os noivos continuarão solteiros.

De acordo com o Novo Codigo Civil, é possível se casar primeiro no religioso e depois registrar o mesmo no civil. Para isto, é necessário que os noivos compareçam ao cartório, juntamente com as 2 testemunhas ( após a cerimônia religiosa) com os documentos habituais (Certidões e R.G.), o Requerimento de Religioso com Efeito civil feito pela a Igreja e o Termo de Religioso com Efeito civil, já com a firma do Padre (que realizou a cerimônia religioso) reconhecida e dar entrada nos papéis de casamento no Cartório. 
Fonte: site casamento brasil.

domingo, 10 de outubro de 2010

Casamento:

         Enquanto alguns fortíssimos veículos de comunicação fazem campanha contra o casamento e consequêntemente à família, nós que trabalhamos com esta ativividade percebemos um  crescimento considerável. As pessoas que têm a intenção de se casarem, abrem contas conjuntas, investem em imóveis, carros e até mesmo pequenas empresas, ou seja se tornam sócios, visando crescerem juntos para que possam realizar o sonho do casamento com certa tranquilidade e em menos tempo. 
          Outra situação percebida, é que as pessoas que estão se separando estão se casando novamente, cada ano que passa, está tendo mais casamentos em espaços alternativos com cerimônia civil e celebrante e recepção em seguida. As famílias estão buscando se estruturarem para se manterem unidas e  assim evitarem menos atribulações e más consequências  principalmente com os filhos.