quinta-feira, 9 de junho de 2011

Despesas de casamento


Despesas do Casamento - O Guia de Casamento preparou uma lista para ajudar os noivos a organizar as despesas que serão feitas nos preparativos do casamento.
O Guia de Casamento preparou uma lista para ajudar a noiva a organizar as despesas que serão feitas nos preparativos do casamento. Esse é um assunto delicado, pois tudo que envolve dinheiro é complicado, por isso os noivos devem conversar a respeito antes de qualquer providência.
Antigamente o pai da noiva ficava com as despesas da igreja e da festa do casamento, e o pai do noivo era responsável pela casa e a lua-de-mel do casal.
Hoje em dia, paga mais quem pode mais, e quando a família não pode ajudar as despesas ficam por conta dos noivos.
Para evitar aborrecimentos e constrangimentos, o ideal é os noivos conversarem com suas famílias individualmente para saber o que cada um pode ajudar na cerimônia e festa do casamento, e posteriormente marcar uma reunião para decidirem o tipo de cerimônia e recepção, e importante também os noivos definirem um valor médio de gasto, assim os noivos se preparam e não quebram o orçamento familiar.
Os noivos devem se organizar e começar a separar uma quantia por mês, assim não fica pesado no final. Alguns serviços como buffet de casamento e salão de festa geralmente dividem o valor até a data do casamento. E algumas empresas de foto e filmagem aceitam receber após o casamento, e até dividem. É só começar a pesquisar.

A seguir preparamos uma lista para ajudar a noiva e o noivo a se organizarem:

  • Alianças de casamento (caso não tenham)
  • Buffet de casamento
  • Bebidas (as não inclusas no buffet)
  • Caligrafia / Correio
  • Cartão de agradecimentos
  • Convites de Casamento
  • Decoração da Igreja e da Recepção
  • Exame pré-nupcial
  • Enxoval da Noiva
  • Foto e Filmagem ou Foto e Vídeo
  • Lembrancinhas de casamento
  • Bem casados
  • Lua-de-mel (transporte, hospedagem, etc)
  • Dia da noiva / Maquiagem / Cabelo
  • Música (cerimônia / recepção)
  • Seguranças e manobristas
  • Vestido da Noiva e acessórios
  • Taxa da igreja / celebrante
  • Taxa do cartório
  • Traje do Noivo e sapato
  • Transporte da noiva p/ cerimônia
  • Transporte dos noivos p/ recepção

sábado, 14 de maio de 2011

Cerimonial?

Assessoria de Casamento 

Em Monlevade temos a SINGRAR Cerimonial, com excelente trabalho. Direção Dady Melo. Contato: singrar1@bol.com.br


Foto: Faby & Heitor, músicos para casamento



O trabalho de assessoria de casamentos surgiu para auxiliar o casal que não dispõe de tempo suficiente para se dedicar a esta prazerosa, mas, complicada tarefa. Vale ainda lembrar que, durante os dois meses anteriores ao tão sonhado evento, todo tempo disponível será ocupado pela entrega pessoal dos convites, a preparação e organização da nova residência, recebimento dos presentes e em alguns casos o recebimento de hóspedes.

 O profissional de assessoria de casamento, por conhecer detalhadamente esse mercado e manter contato constante com os melhores fornecedores, para todos os níveis de orçamento, sabe avaliar a qualidade dos serviços e têm a capacidade de conceber e montar um evento elegante, que se ajuste, perfeitamente ao orçamento e às expectativas dos noivos, sem deixá-los sobrecarregados e perdidos com tantas dúvidas, incertezas e insegurança, permitindo um aproveitamento total desses momentos tão especiais.

quinta-feira, 24 de março de 2011

O canto coral

O canto coral  envolve tudo que se refere a um coro ou a uma capela, ou seja, a um conjunto de músicos vinculados ao recinto religioso da Igreja ou de um monarca. Não há um marco inicial confiável desta atividade, mas sim documentos que comprovam sua ancestralidade. Pode-se afirmar que vários destes textos antigos estabelecem uma ligação entre cerimônias de natureza espiritual, danças religiosas e o canto coral.
Um dos registros mais antigos, descobertos na Caverna de Cogul, na Espanha, aponta para a prática de cantos e danças em grupo na era neolítica, na pré-história. Choros, entre os gregos, define as várias atividades que integravam o conceito do drama grego na Grécia Antiga, cultivado por dramaturgos como Ésquilo, Sófocles, e Eurípedes e que englobavam a Poética, o Canto e a Dança.
O Cristianismo, no século I, em Roma, converte esta expressão em Chorus, que se refere ao conjunto de pessoas que exerce o canto ou à abside – parte da Igreja construída em formato poligonal – próxima ao altar, isolada dos fiéis pela presença de uma porta de grades; é onde atualmente está localizado o órgão.
No século XII aparecem as primeiras partituras particularmente criadas para o coro. Hoje este gênero musical é largamente disseminado nas universidades, nos ambientes escolares, nas Igrejas, entidades, entre outras instituições, sem falar nas comunidades autônomas que também se dedicam ao coral.
No Brasil o coro define pequenas associações de músicos que são divididos por tipos de vozes conforme sua disposição musical, ou seja, em sopranos, contraltos e barítonos, com várias nuances entre elas. Neste canto a várias vozes diferenciam-se o Cantus-Planus, que simboliza o canto plangente, e a Música Figuralis, que mais lembra o canto executado por diversas intervenções vocais, a qual posteriormente buscará uma prática mais requintada.
A primeira modalidade foi justamente o modelo inicial que serviu de alicerce para o segundo paradigma, o qual nasceu por volta dos séculos VII e VIII, na mesma ocasião em que uma polifonia simulada se desenvolveu, inspirando-se no Choral que se firmou como Cantus Firmus.
Depois do aparecimento do Cantus Floridus e da criação do Contraponto é empreendida a primeira renovação neste gênero, no século XII, quando uma organização de três vocais leva o coral ao seu ápice, já no século XIII, especialmente na Escola Parisiense de Notre-Dame. Não tardou para que se estabelecesse a modalidade mais conhecida de quatro vozes.
No século XIV é criada a forma coral conhecida como Missa, na qual os estágios mais importantes do culto católico eram cantados. No século XIX este gênero torna-se matéria compulsória nas escolas parisienses, no mesmo período em que nascem os Festivais de Música. No século seguinte algumas técnicas são aperfeiçoadas e aprofunda-se o caráter social do canto coral; há uma tentativa de se retornar às formas primitivas de cada modalidade.
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Canto_coral
http://www.luteranos.com.br/101/coral/artigos4.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Coro_(grupo_de_cantores)

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Música ou barulho?

Terça-feira, 11 de janeiro de 2011 08:47 am


O ruído pode ser medido em decibéis, mas, no fundo, é um conceito relativo e subjetivo. O que é música aos ouvidos de uns, pode ser um barulho ensurdecedor para outros. O canto de um pássaro de manhã, bem cedo, pode embalar o início de dia de quem está saindo para o trabalho, mas é capaz de incomodar muito alguém que dormiu mal a noite inteira ou que foi para a cama já bem tarde.
Da mesma forma, os possantes alto falantes instalados em porta-malas de automóveis encantam seus proprietários, mas desagradam a quem está no trajeto do veículo ou nas proximidades da barulheira. A algazarra de crianças no pátio de uma escola é capaz de provocar um sorriso em quem passa, mas dá conta também de tirar o sorriso raro de quem anda de mal com a vida.
Vizinhos que gostam de festa são, possivelmente, pessoas alegres, cheias de vida e dispostas a comemorar grandes e pequenos fatos. Mas, vizinhos que gostam de festa com música de mau gosto (e esse é outro conceito relativo e subjetivo) no último volume tiram do sério os que, mesmo sem estar de mal com a vida, prefeririam curtir uma boa noite de sono ou manter a possibilidade de conversar em tom baixo, sem precisar gritar para seu ouvido dentro da própria casa. E a festa só é boa para quem é convidado.
Ser despertado pelo ruído de uma betoneira durante os longos meses de uma obra é quase desesperador. Mas o barulho infernal da máquina é música para o engenheiro que quer ver as paredes subirem e o prédio ficar pronto. Para o serralheiro, a serra e a lixadeira funcionando ao máximo significam faturamento garantido; já para os vizinhos da serralheria...
Tudo tem quem gosta, tudo tem quem não gosta. Sendo assim, fica fácil entender a dificuldade da autoridade municipal para controlar o nível de ruídos na cidade. Ainda mais que, quase sempre, as prefeituras sentem a falta de estrutura e de pessoal qualificado para atender aos chamados dos que se sentem incomodados e impotentes diante da barulhada que vem de perto.
Quando é um barulho extemporâneo, como o caso de vizinho que resolve usar a furadeira nas primeiras horas da manhã de sábado, ou da festa de aniversário que não termina antes das primeiras horas da mesma manhã, a irritação é passageira e o sono perdido pode até ser recuperado na noite seguinte. Dá para entender, relevar e não reagir de forma barulhenta. Melhor manter o silêncio da tolerância em nome da boa convivência.
O problema é grave quando o barulho é todo dia e toda hora. Como não dá para escolher vizinho, às vezes é preciso fazer valer a máxima de que o incomodado se retira. Ou se cala. Porque, esperar que a meia dúzia de fiscais destacados para atuar na Regional Centro Sul vai fazer valer a lei do silêncio é mais ou menos o mesmo que acreditar em Papai Noel. Ou esperar que o bom senso prevaleça e que todos respeitem o direito do outro de dormir em paz e sonhar com os anjos.
Por mais que os fiscais sejam abnegados servidores públicos, não é de estranhar que montes de cidadãos fiquem sem resposta quando acionam a prefeitura e clamam por silêncio. É bom ter um bar próximo de casa, onde dá para tomar uma cervejinha, bater um papo e retornar caminhando, sem agredir a lei seca. Mas o boteco não pode ser perto demais. Então, qual a distância ideal? No que se refere a barulho, uma que possa ser medida em decibéis e não em metros.
(Texto publicado no Estado de Minas de 08/11/2010)
    

O teatro mágico, é verdadeiramente mágico.

Depois de seis anos de trabalho, mais de 190 mil CDs vendidos e o DVD chegando a 40 mil cópias, a trupe festeja, sem perder de vista o projeto do terceiro ato.
Comemoramos o alcance da marca de 1 milhão de downloads feitos e mais de 5 milhões de transmissões de músicas do primeiro e segundo CD, nos sites Trama Virtual e Palco MP3. Ainda, no top 100 da Trama Virtual, o Teatro Mágico tem 39 músicas entre as 50 primeiras, reforçando que ‘a poesia prevalece’.
Fazendo uma retrospectiva do ano de 2009, Anitelli relembra um dos fatos marcantes na trajetória do Teatro Mágico: “Em agosto, cerca de 400 internautas acompanharam a gravação da primeira versão da música “O que se perde enquanto os olhos piscam”, feita totalmente ao vivo pela rede. Essa canção, composta interativamente com os internautas, foi disponibilizada no site e já é uma das mais baixadas, evidenciando que o que é feito com colaboração aumenta as possibilidades de quebrar barreiras”.
Por isso, o TM é destaque nos principais veículos de comunicação da Internet, e a trupe se prepara para lançar seu segundo DVD intitulado “O Segundo Ato”, com participações de nomes como GOG e Silvério Pessoa, no mesmo palco. As gravações aconteceram em junho de 2009, numa maratona de 18 shows em apenas uma semana.
“Longe da crítica, perto do público”, assim relatou o jornal “Folha de São Paulo” referindo-se ao álbum “O Segundo Ato”  elegendo, através de seus leitores, a Cia. Musical e Circense como o melhor show da atualidade no Brasil. É desta forma, a partir da grande participação do público em sites de relacionamentos como orkut, youtube e outras mídias da rede, que se inicia o processo de “viralizar sem pagar jabá”.
A trupe criada por Fernando Anitelli, já projeta a criação da terceira etapa, buscando aprofundar ainda mais os dabates que cercam a sociedade desigual e desumana que nos rodeia. Procurando explorar a questão do livre compartilhamento das músicas na Internet defendendo a bandeira da musica livre, o Teatro Mágico passa, cada vez mais, a se apresentar com um perfil mais questionador e contestador. Nesta nova fase, é como se a trupe chegasse no universo urbano com mais profundidade , como o cotidiano dos moradores de rua citados na canção “Cidadão de Papelão” ou a problemática da mecanização do trabalho, citada no “Mérito e o Monstro” entre várias outras abordagens. Indo mais além, há um debate sutil e, por vias opostas, mordaz, sobre o amontoado de informações que absorvemos, sem perceber, assistindo aos programas de TV. Essas transformações não poderiam, no entanto, encobrir o universo lúdico e fantasioso da trupe, mas sim, acrescentar uma pitada de realismo no conteúdo em geral, incorporando o lema de endurecer sem jamais perder a ternura.
É importante ressaltar que, após o assédio para que o coletivo finalmente se integrasse ao mainstream musical, assumindo uma grande gravadora, uma grande assessoria de imprensa, uma grande produtora etc, o Teatro Mágico preferiu ser conservador na inovação que trouxe ao mercado: organizar e fazer as coisas ao lado do seu grande incentivador, patrocinador e produtor: o público. Assim, o CD é vendido a preços populares e a distribuição das músicas é gratuita e livre pela Internet, com a diferença que desta vez, houve um investimento grande na produção dos fonogramas, comprovando assim, que mesmo no formato independente, é possível se fazer algo de qualidade e acessível.Trajetória:
Fernando Anitelli e Galdino Octopus
Fernando Anitelli, 35 anos, ator, músico e compositor, é o responsável pela criação do projeto “O Teatro Mágico”. Nascido em Presidente Prudente e criado na cidade de Osasco, São Paulo, Anitelli “brinca” com arranjos e melodias desde os 13 anos, “Quando vi que rimar amor com humor funcionava, não só na estética e na melodia, mas no sentido que aquilo tinha pra mim, nunca mais parei de fazer música”, revela.
As primeiras vitórias vieram logo cedo com prêmios em vários festivais dos quais participou com suas canções. A entrada na Faculdade de Comunicação Social lhe garantiu não só um diploma, mas também a formação da banda Madalena 19, que permitiu seu amadurecimento como músico. Foram quase dez anos de ensaios e apresentações de pequeno porte.
De lá para cá, Anitelli acumulou ainda a experiência como ator, trabalhando com diretores como Oswaldo Montenegro, Ismael Araújo e Caio Andrade, entre outros, que lhe deram as noções básicas de expressão corporal, domínio de palco e outros elementos vindos da escola do teatro, indispensáveis em seus shows.
Fernando AnitelliLígia MorenoEm 2003, Anitelli entrou em estúdio para gravar seu primeiro CD. O álbum recebeu o sugestivo título “O Teatro Mágico: Entrada para Raros”, numa referência ao best-seller “O Lobo da Estepe”, do escritor alemão Hermann Hesse. “Quando eu li sobre o Teatro Mágico do Hesse, percebi que era justamente aquilo que eu gostaria de montar: um espetáculo que juntasse tudo numa coisa só, malabaristas, atores, cantores, poetas, palhaços, bailarinas e tudo mais que a minha imaginação pudesse criar. O Teatro Mágico é um lugar onde tudo é possível” conta.
Em cena, Anitelli revela uma expressão cênica incrível seja declamando versos, cantando ou fazendo performances. ” Quando estou no palco, faço questão de frisar que aquele ali sou eu, não é um palhaço ou outro personagem qualquer”.
O Teatro Mágico torna possível que cada um se mostre como é, que cada verdade interna seja revelada. Essa é a grande brincadeira, “ser o que se é, afinal todos somos raros e temos que ter consciência disso” , destaca. E assim, Anitelli vai traçando um paralelo entre o real e o imaginário enquanto o público, aos poucos, vai entrando na mesma freqüência sinestésica marcada pelo ritmo do espetáculo. No final, palco e platéia se fundem e cada um dos presentes vai descobrindo a delícia de se permitir ser um pouco mais de si mesmo.

domingo, 26 de dezembro de 2010

As Boas Novidades da Música Brasileira

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010



Ao pesquisar fatos sobre Dalva de Oliveira, deparei com um interessante artigo publicado na Veja, sobre as boas novidades que surgem a cada dia no cenário musical brasileiro, e que não chegam ao conhecimento da grande maioria da população. O artigo é um pouco defasado, mas não perde sua atualidade. Um fato interessante: em 2006, mais de 100 discos de intérpretes femininos chegaram às lojas, contra apenas 36 de masculinos. Com a ascensão do "cantautor" (cantor e autor das músicas), houve redução de gravações do intérprete "puro" (bom exemplo é Emilio Santiago), ou seja, só cantor. Isto parece ser uma verdade, mas ficou restrito somente aos homens, pois as boas cantoras continuaram se proliferando com alta intensidade.
Um nome que fui checar, é o de Ana Paula Lopes. Dados sobre ela ainda são escassos, mas foi possível saber que nasceu em 1979, em São Bernardo do Campo, e que estudou canto e piano na Usina Brasil - Escola de Música e Arte, da qual agora é proprietária (junto com sua mãe), além de professora de canto, piano e educação musical para criaças. Apresentou-se em casa de shows de renome, como Bourbon Street, Havana, City Hall, e abriu espetáculos de "feras" como Leny Andrade, Mônica Salmaso, Paula Lima, Yamandú Costa e Paulo Moura. Lançou seu primeiro CD, "Meu", em 2005.
Em 2006, Nelsinho Motta a considerou a Artista Revelação do Ano.
Em 2008, lançou o CD "Mil Rosas" que inclui 12 músicas inéditas, tanto suas como de outros compositores.

Abaixo, Ana interpreta "A história de Lily Braun", um blues de Chico Buarque, cantado durante o show de lançamento do CD "Mil Rosas" no SESC Santo André, em 2008.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Nova Escola

  

Para educadores que estão sempre buscando inovações.